CATEGORIA HOSPEDAGEM

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Glamping, acampando com glamour

Glamping é uma junção de "glamour" e "camping" e descreve um estilo de campismo com amenidades e, em alguns casos, serviços de estilo resort, normalmente não associados ao campismo "tradicional".

Glamping tornou-se particularmente popular entre os turistas do século XXI que procuram os luxos da acomodação em hotéis, juntamente com a recreação do acampamento.

História

A palavra "glamping" apareceu pela primeira vez no Reino Unido em 2005 e foi adicionada ao Oxford English Dictionary em 2016.

A palavra é nova, mas o conceito de que "glamping" conota, o de luxo, mas não é.

No século 16, o conde escocês de Atholl preparou uma luxuosa experiência nas Highlands para o visitante rei James V e sua mãe. Ali, o duque armou tendas luxuosas e encheu-os com todas as disposições do seu próprio palácio de origem.

glamping africa safari tent uksProvavelmente, o exemplo mais extravagante da vida palaciana na história foi o Field of the Cloth of Gold (Campo do Tecido de Ouro), um encontro diplomático no norte da França em 1520, entre Henrique VIII da Inglaterra e Francis I da França. Cerca de 2.800 tendas e tendas foram erguidas, e fontes corriam com vinho tinto.

Por volta da mesma época, os otomanos tinham barracas ostensivas e palacianas transportadas de uma missão militar para outra. Equipes inteiras de artesãos viajaram com o exército para erguer e manter essas tendas imperiais.

Cerca de 400 anos depois, na década de 1920, um safári africano tornou-se "objeto de desejo" entre os ricos britânicos e americanos. Mas viajantes ricos, mesmo aqueles em busca de aventura, não estavam dispostos a sacrificar conforto ou luxo. De geradores elétricos a banhos dobráveis ​​e caixas de champanhe, os viajantes recebiam todo o luxo doméstico durante a aventura.

Atualmente

glamping usa yurt externoGlamping é o seu equivalente moderno, combinando as amenidades de ontem e a tecnologia atual.

Também chamado de boutique campismo, camping de luxo, camping elegante ou camping confortável, glamping de hoje apresenta estruturas como yurts, tipis, abrigos, barracas, caravanas vintage, trailers vintage, barracas de safári, chalés e casas na árvore.

Glampsites variam de preço de US$ 50 por noite a centenas de dólares por noite, dependendo das comodidades e serviços, que podem incluir roupa de cama nova, banheiros privativos, serviço de alimentação e varandas privativas.

Conceito

Vários grandes festivais agora oferecem aos participantes várias opções de glamping.

Os modernos locais de glamping geralmente se enquadram em cinco categorias distintas:

  • Franquias onde o proprietário tem terra e compra em uma das marcas existentes.
  • Cama & Café (Bed & Breakfast) onde o proprietário tem uma ou duas unidades em suas terras para fornecer renda adicional.
  • Campismo diversificados, locais de propriedade familiar que também fornecem glamping.
  • Parques e clubes de férias corporativos que também fornecem glamping.
  • Websites especializados de glamping.

Atualmente, espera-se que os locais ofereçam um nível mínimo de conforto para seus hóspedes, incluindo eletricidade,  instalações sanitárias com chuveiros, serviço de vigilante 24 horas, aberots 7 dias por semana e outros produtos de primeira necessidade.


Tipos de Hospedagem / Infraestrutura

  • barracas
  • yurts
  • tipis
  • abrigos
  • barracas
  • caravans vintage
  • trailers vintage
  • barracas de safari
  • chalés
  • casas na árvore

 

 

Campings / Acampamentos 


Assuntos Relacionados

 

 

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Hospedagem

Campings

 

Acampamento, Campismo ou Camping é uma atividade ao ar livre que envolve passar a noite em uma barraca ou num abrigo.

camping icon collection 5 color barraca

A palavra Campismo deriva do inglês, “camping”, que significa, num sentido mais estrito, campo; num sentido mais amplo viver no campo, vales, planícies e montanhas, nas margens dos rios ou nas praias, em suma, viver com a natureza, utilizando uma tenda para atingir esse fim.

camping icon collection 5 color caniveteGeralmente os participantes deixam as áreas desenvolvidas para passarem tempo ao ar livre em áreas naturais em busca de atividades que lhes proporcionam prazer.

Para ser considerado como "acampar", um mínimo de um pernoite ao ar livre, distinguindo-o de excursões diurnas, piqueniques e outras atividades recreativas de curto prazo.

camping icon collection 5 color mochilaO acampar como uma atividade recreativa tornou-se popular entre as elites no início do século passado. Com o tempo, tornou-se mais democrático e variado.

Campistas modernos frequentam o ambiente natural de propriedade pública, como parques nacionais e estaduais, áreas selvagens e campamentos comerciais, estruturados.

camping icon collection 5 color fogareiroO acampamento é também uma prática fundamental de muitas organizações juvenis em todo o mundo, como o escotismo, que o utilizam para ensinar a auto-suficiência e o trabalho em equipe.

Camping está associado a uma variedade de atividades ao ar livre, podendo ser combinado com caminhadas, canoagem, escalada e  pesca.

 

Código Campista (blog Camping Total)

O campista adota e respeita o seguinte código:

  • camping icon collection 5 color trilhausa sempre da melhor correção e afabilidade para com os habitantes das regiões que visita e para com os companheiros de acampamento, respeitando a natureza e os animais

  • não caminha por terrenos cultivados, não parte nem arranca plantas, flores ou frutos, não danifica árvores, tem sempre o cuidado em não conspurcar a água das fontes e dos poços e respeita as vedações

  • camping icon collection 5 color mapatem o máximo cuidado com o fogo, pelo que não deve utilizar qualquer espécie de lume em condições de insegurança, tomando todas as precauções para evitar o risco de incêndio

  • mantém sempre a mais perfeita limpeza do local onde está acampado

  • respeita as instalações que utiliza, bem como os equipamentos colectivos

  • circula com veículo nos locais de acampamento a velocidade reduzida, tendo em vista a segurança das pessoas e do material, não provocando ruídos desnecessários

  • camping icon collection 5 color botaobriga-se ao cumprimento das normas regulamentares e de civismo próprias de qualquer cidadão responsável interessado na defesa ecológica do meio ambiente;

  • não abandona o material sem certificar-se que todas as fontes de energia estão desligadas.

 

 

Campings / Acampamentos 

 

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Proposta de Normatização de Campings

por: Associação Paulista de Campismo (APC)

 

Data: Brasília, 16 março 2009

Participantes

  • Luiz Antonio Matheus, ABRACAMPING - Presidente
  • Luiz Edgar Tostes, ABRACAMPING - Diretor
  • Lino Carrion, APC – Presidente, Camping Carrion (SP)
  • Airton Ventura, APC – Secretário Executivo
  • Jacone Piucco, Camping Lagoamar (SC)
  • Fernando Palma Lima, Associação TOCA (ES)
  • Flavio Palma Lima, Caravanista (DF)
  • Roberto Laranjeira, Caravanista (PR)

No dia 16, terça-feira, realizou-se a reunião preliminar da qual participaram os representantes da Abracamping, APC e Associações de VRS, sem a presença dos representantes do Ministério do Turismo.

Nessa oportunidade foi discutida a “Proposta de Normatização de Campings” elaborada pela APC Associação Paulista de Campismo, decorrente de uma ampla discussão ocorrida em Itu com representantes de vários campings. A proposta é o documento básico para a próxima discussão com o Ministério do Turismo sobre normas e padrões de classificação de campings, etapa seguinte do processo de cadastramento de campings.

O documento inicial foi alterado e aperfeiçoado com a contribuição dos presentes.
Encaminharemos oportunamente seu texto para conhecimento de todos os convidados para a reunião e que não puderam comparecer.

A discussão foi muito proveitosa, pois serviu de base para os trabalhos de elaboração da Matriz de Campings ocorrida no dia seguinte.

Luiz Edgar Tostes
abracamping@gmail.com 

Reunião para discutir a elaboração definitiva da “Matriz de Cadastro de Campings” no CADASTUR do Ministério do Turismo.

 

Data: Brasília, 17 março 2009

Participantes

  • Ricardo Moesch, Ministério do Turismo, Coordenador Serviços Turísticos
  • Mariana Xavier, Ministério do Turismo
  • Claudia, Brasiliatur
  • Luiz Antonio Matheus, ABRACAMPING - Presidente
  • Luiz Edgar Tostes, ABRACAMPING - Diretor
  • Lino Carrion, APC – Presidente, Camping Carrion (SP)
  • Airton Ventura, APC – Secretário Executivo
  • Jacone Piucco, Camping Lagoamar (SC)
  • Fernando Palma Lima, Associação TOCA (ES)
  • Flavio Palma Lima, Caravanista (DF)
  • Roberto Laranjeira, Caravanista (PR)
  • Claudio Vinício, Associação Gaviões do Planalto (DF)

O representante do Ministério do Turismo apresentou o CADASTUR, o cadastro de pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor de turismo.


Campings e a Lei Geral de Turismo

De acordo com Lei Geral de Turismo todos os campings são obrigados a se cadastrar no Ministério do Turismo - Cadastur. Esse cadastro será procedido tão logo seja implantada a Matriz de Cadastro de Campings, discutida na referida reunião.

Após o cadastramento, segundo o Ministério do Turismo, os empreendimentos cadastrados serão visitados pela fiscalização para verificar se as informações conferem com o que está indicado na matriz.

A matriz relaciona todas as possibilidades de serviços oferecidos, instalações e equipamentos, cabendo ao empresário indicar o que está sendo oferecido em seu estabelecimento.

Os técnicos do Ministério do Turismo apresentaram a proposta de matriz que foi amplamente discutida, item por item. Houve a eliminação de vários itens e incluídos outros que o grupo entendeu como necessários em função da realidade dos campings existentes.

Foi destacado que a próxima etapa será a classificação dos campings e, como ocorreu na presente situação, haverá a discussão com os representantes do segmento campista.

A reunião teve uma ativa participação de todos os representantes que contribuíram para o aperfeiçoamento do documento inicial.

Luiz Edgar Tostes abracamping@gmail.com

 

Proposta de Normatização de Campings 

Versão corrigida em 16/03/2009

Capitulo I - Dos Acampamentos Turísticos

Art.1 - Dos Acampamentos Turísticos

Consideram-se acampamentos turísticos as áreas especialmente preparadas para a montagem de barracas e o estacionamento de reboques habitáveis, ou equipamento similar, dispondo, ainda, de instalações, equipamentos e serviços específicos para facilitar a permanência de usuários ao ar livre.


Capítulo II - Das Obrigatoriedades

O Camping, como atividade prestadora de serviço de meio de hospedagem a campistas, para poder se estabelecer em todo o Território Nacional terá obrigatoriamente de:


Artigo 2º - Localização

Estar localizado em área adequada a pratica do campismo, devendo o terreno possuir as seguintes características:

  • Não ser terreno pantanoso, excessivamente úmido ou proveniente de invasão ou ocupação ilegal.

  • Não estar situado em leito de rio seco ou área sujeita a influência de marés.

  • Estar distante a pelo menos 1.000 metros de indústrias insalubres, tóxicas ou perigosas.
  • Não estar situado em área de transporte tubular de combustíveis

  • Não estar situado em área de proteção ambiental ou de mananciais, ou em desacordo com as determinações dos órgãos de meio ambiente

  • Estar distante a pelo menos 1.000 metros de área de conduto de esgoto, lixeiras ou aterro sanitário.

  • Estar afastado ou suficientemente isolado e protegido de vias de grande circulação.


Artigo 3º - Acessos e delimitações

Os campings deverão obedecer às seguintes regulamentações em relação a vias de acesso e delimitações:

  • Ter acesso próprio à via pública de transporte.

  • Ter seu espaço de utilização demarcado ou fechado de modo a garantir a segurança dos campistas

  • Possuir portaria de entrada e saída.


Artigo 4º - Registros Legais

O Camping deverá estar registrado para funcionamento nos seguintes órgãos:

  • Registro no Ministério da Fazenda através do C.N.P.J.

  • Registro em órgão do Governo Estadual a que estiver subordinado, se necessário.

  • Registro na Prefeitura do Município a que estiver subordinado

  • Registro no Ministério do Turismo através do Cadastur.

  • Registro ou licença das entidades de vigilância e segurança necessárias ao seu funcionamento (Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária, etc.)


Artigo 5º - Legislações sanitárias e de meio ambiente

Os Campings deverão cumprir o estabelecido nas legislações nacionais, estaduais e municipais referentes as disposições sanitárias e de meio ambiente, de acordo com as determinações da ANVISA e do IBAMA.


Artigo 6º - Fornecimento de energia elétrica

Os estabelecimentos que dispuserem dos serviços de energia elétrica deverão obedecer as disposições da ANEEL.


Artigo 7º - Instalações necessárias a prática do campismo

O Camping para obter o registro e autorização de funcionamento conforme disposto no Artigo 4º, deverá possuir além da área destinada a hospedagem em barracas, no mínimo as seguintes instalações:

  • Recepção/portaria com horário de funcionamento no mínimo das 7h00 as 22h00

  • No mínimo um ponto de água potável de fácil acesso.

  • Chuveiros/duchas na proporção de 1 para cada 35 campistas

  • Sanitários na proporção de 1 para cada 30 campistas masculinos dos quais 20% podem ser mictórios; e 1 para cada 20 campistas femininos.

  • Pelo menos um equipamento sanitário destinado a portadores de necessidades especiais.

  • Lava-louças e tanques de lavar roupas na proporção de 1 para cada 50 campistas

  • Lavatórios na proporção de 1 para cada 50 campistas, quando for fornecido ao usuário.

  • Tomadas elétricas na proporção não inferior de 1 para cada 40 campistas, quando dispuser de energia elétrica.


CAPÍTULO III - Dos demais Equipamentos de Hospedagem


Artigo 8º - Veículos de Recreação

As instalações para veículos de recreação deverão obedecer aos seguintes critérios:

  • As condições de acesso deverão permitir a movimentação dos referidos equipamentos.

  • O Camping deverá dispor de serviço de água para fornecimento ao equipamento.

  • O Camping deverá dispor de local apropriado para o despejo de esgotos dos equipamentos, em conformidade com as legislações sanitárias e de meio ambiente.

  • O Camping deverá oferecer ponto de energia elétrica para sua utilização, salvo em localidades que não possuirem serviço público de fornecimento de energia.

  • Os campistas de veículos de recreação poderão utilizar as mesmas áreas comuns, de lazer e apoio, à disposição dos demais usuários..


Artigo 9º - Unidade Fixa de Hospedagem - UFH

O Camping que assim o desejar poderá complementar suas instalações com Unidades Fixas de Hospedagem - UFH’s desde que obedecendo às seguintes especificações:

  • O total das áreas empregadas pelas Unidades Fixas de Hospedagem - UFH’s não poderá ultrapassar a 50% (cinqüenta por cento) da área do empreendimento.

  • Cada Unidade Fixa de Hospedagem - UFH deverá ter no máximo dois pisos, obedecendo aos preceitos de higiene, ventilação e iluminação.

  • As Unidades Fixas de Hospedagem - UFH’s deverão dispor de energia elétrica, salvo os casos em que a localidade não disponha de serviço público de fornecimento de energia elétrica.

  • Deverá ser permitida aos usuários das UFH’s a manipulação e o consumo de alimentos e bebidas próprias.

  • Os campistas das Unidades Fixas de Hospedagem - UFH’s poderão utilizar as mesmas áreas comuns, de lazer e apoio, a disposição dos demais usuários.


CAPÍTULO IV - Do funcionamento


Artigo 10º - Recepção / Portaria

I - O Camping deverá ter uma recepção/portaria junto a entrada principal do empreendimento, apta a prestar os seguintes serviços: 

  1. Informar o cliente quanto ao funcionamento do Camping.
  2. Encarregar-se do registro de entrada e saída dos usuários.
  3. Entregar aos usuários o Regulamento Interno do Camping.
  4. Orientar os usuários em relação ao local de permanência de seu equipamento, bem como a identificação de sua Unidade Fixa de Hospedagem (UFH), quando for o caso.
  5. Orientar sobre os serviços de segurança e emergência.

II – Na recepção/portaria deverão estar afixados os seguintes informes:

  1. Nome do Camping e razão social.
  2. Horário de funcionamento da recepção/portaria
  3. Horário de funcionamento do serviços do Camping
  4. Preços dos serviços prestados
  5. Regulamento Interno do Camping
  6. Registro de reclamações do Camping
  7. Registro do Camping junto aos órgãos competentes


Artigo 11º - Regulamento Interno

Os Campings deverão possuir Regulamento Interno afixado na recepção/portaria,distribuído ao usuário no ato de seu registro, ou sempre que for solicitado, dispondo sobre as obrigações mínimas:

  • Condições de utilização do Camping
  • Horários de silêncio
  • Regras para a visitação aos campistas.
  • Normas de admissão e permanência de animais.
  • Deveres dos campistas.


Artigo 12º - São deveres do campista:

  • Respeitar o disposto no Regulamento Interno do Camping

  • Pautar seu comportamento pelas regras de bons costumes

  • Acatar a autoridade dos responsáveis pelo funcionamento do Camping.

  • Cumprir os preceitos de higiene adotados no Camping em especial no que diz respeito à destinação de lixo, águas servidas, animais, e prevenção de doenças contagiosas.

  • Instalar seus equipamentos na área destinada para esse fim, e de modo a não interferir no espaço de outro campista.

  • Não utilizar-se de nenhum objeto ou conduta que desrespeite as legislações do país, sob pena de ser convidado a se retirar do Camping.

  • Não acender fogo, a não ser em locais previamente destinados a esse fim.

  • Não destruir ou se apropriar de elementos da natureza.

  • Cumprir e respeitar a sinalização do camping no que tange as normas para circulação e utilização de veículos.

  • Não introduzir pessoas no camping sem a expressa autorização do funcionário responsável pelo seu funcionamento.

  • Não instalar estruturas fixas em qualquer parte do Camping.

  • Efetuar os pagamentos referentes aos serviços contratados.


Artigo 13º - Da permanência de equipamentos desocupados

Os campings poderão aceitar a permanência de equipamentos desocupados, desde que definida no Regulamento Interno, sem que isso configure outra relação que não seja a de prestação de serviços.


Artigo 14º - Da recusa de permanência

Pode ser recusada a permanência nos Campings de qualquer pessoa que desrespeite os preceitos contidos no Regulamento Interno, no artigo 11º, ou ainda que venham a ferir as regras gerais de comportamento estabelecidas no Código Penal Brasileiro.


Artigo 15º - Serviços de segurança e emergência

  • Os campings deverão possuir serviço interno de vigilância.

  • As pessoas responsáveis pelo serviço interno de vigilância deverão estar devidamente identificadas.

  • O Camping deverá possuir funcionário(s) apto(s) a prestar(em) os serviços de Primeiros Socorros e Emergência.

  • O Camping deverá possuir equipamento básico de 1os. Socorros

  • O Camping deverá atender as exigências legais do Corpo de Bombeiros local.


CAPÍTULO V - Dos equipamentos de lazer e apoio de uso comum


Artigo 16º - Equipamentos de Uso Comum

Os Campings deverão possuir os seguintes equipamentos de uso comum:

  • Sanitários e chuveiros/duchas na proporção do artigo 7º, itens c, d e e.

  • Lavadores de louça e pias para despejo de águas residuais

  • Tanques de lavar roupas


Artigo 17º - São equipamentos de lazer e apoio de uso comum

  • Além do estabelecido no artigo 7º, os Campings poderão complementar sua estrutura de atendimento, com instalações de equipamentos de lazer e apoio de uso comum a todos os usuários, desde que respeitado o Regulamento Interno.

  • As instalações de lazer e apoio deverão obedecer a referida legislação de uso e funcionamento vigentes.


CAPÍTULO VI - Das instalações de infraestrutura


Artigo 18º - Serviços de Água e Esgoto

Para uso dos campistas, os Campings deverão dispor de serviço de água potável conforme Art. 7º item b.

O estabelecimento deverá possuir reservatório próprio de água conforme as disposições sanitárias legais.

Os Campings deverão dispor de sistema de coleta de esgotos e águas servidas de acordo com as legislações sanitárias e de meio ambiente.


Artigo 19º - Instalações Sanitárias

Todos os Campings deverão possuir pelo menos um bloco de instalações sanitárias de utilização comum e com água corrente.

As instalações sanitárias deverão ser separadas por sexo e estarem divididas em cabines separadas de sanitários e chuveiros/duchas, além de espelhos, lavatórios e cabides.

Pelo menos um equipamento sanitário completo que permita o acesso a portadores de necessidades especiais, que deverá estar devidamente sinalizado.

As instalações sanitárias deverão:

  • estar conectadas a uma rede interna de esgotos que atenda as legislações sanitárias e de meio ambiente.

  • ser construídas com materiais resistentes, impermeáveis, e de fácil limpeza e manutenção.

  • estar separadas das áreas de manipulação e preparo de alimentos conforme a legislação sanitária.

  • estar dispostas no Camping de modo a atender com eficiência a seus freqüentadores.


Artigo 20º - Serviços de Energia Elétrica e Iluminação

Os campings que não dispuserem de rede de elétrica deverão obrigatoriamente informar os usuários.

As tomadas de energia elétrica deverão ter identificação de voltagem, em conformidade com seu regulamento interno.

Todos os Campings deverão dispor de um sistema de iluminação de emergência junto às áreas de uso comum e instalações sanitárias.


Artigo 21º - Sistema de Coleta de Lixo

Os Campings deverão dispor de recipientes para coleta de lixo, colocados em locais de fácil acesso, na proporção de 1 para cada 40 campistas com separação máxima de 75 metros.

Os Campings poderão dispor de local apropriado para contentores de maior dimensão, devendo os mesmos estar situados a pelo menos 100 metros dos locais de hospedagem ou fora das instalações do Camping.

Os Campings deverão dispor de sistema interno de coleta de lixo e limpeza dos recipientes.

Sempre que possível os Campings deverão possuir sistema de coleta seletiva de lixo, e estimular a sua prática pelos usuários.

Caso não haja coleta pública de lixo caberá aos Campings a sua devida dispersão obedecendo as legislações municipais e de meio ambiente.


CAPÍTULO VlI - Das infrações


Artigo 22º - Constituem infrações:

  1. O não cumprimento do disposto no artigo 4º

  2. O não cumprimento do disposto no artigo 15º

  3. A inexistência de Regulamento Interno.


Artigo 23º - Prazos e Penalidades

O Camping que não cumprir o disposto no Artigo 7º terá um prazo de 90 dias prorrogáveis por mais 90 dias para a regularização das mesmas, sendo que após esse período estará sujeito as seguintes penalidades na seguinte ordem:

  1. Advertência

  2. Multa da ordem de 100 UFIR’s, na reincidência

  3. Multa de 300 UFIR’s e suspensão do cadastro do Ministério do Turismo

  4. Fechamento do Camping e suspensão do alvará de funcionamento.


CAPÍTULO VllI - Das disposições finais e transitórias


Artigo 24º - Adequação dos Campings

Os Campings existentes à data da entrada em vigor do presente regulamento deverão satisfazer suas providenciar a adequação daquilo que não estiver em conformidade, no prazo máximo de 1 ano a contar desta data.


Artigo 25º - O presente regulamento entra em vigor na data de sua publicação.

 

 

Campings / Acampamentos 


Assuntos Relacionados

 

 

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Campings em Angra dos Reis, RJ

 

Lei Municipal nº 831, 4 de maio 1999

Art. 116. Campings

Os “campings” deverão obedecer às seguintes características básicas:

  • A área acampável deverá ser de, no máximo, 50% (cinquenta por cento) da área total do terreno

  • Possuir sistema próprio de coleta e tratamento de esgotos

  • possuir adequado sistema de distribuição de água

  • Possuir adequado sistema de coleta, separação e destinação dos resíduos sólidos

  • Não poderão ocupar as faixas de areia das praias

  • Quando no continente, deverão prever áreas de estacionamento compatíveis com sua dimensão.

Parágrafo único
Os interessados em explorar e administrar acampamentos turísticos (“campings”) deverão requerer licença, através da apresentação de:

I - projeto instalações sanitárias, separadas por sexo, de acordo com as seguintes proporções mínimas:

  1. um vaso sanitário para cada 100 m² (cem) de área
  2. um chuveiro para cada 200 m² (duzentos) de área
  3. um tanque para lavagem de utensílios domésticos para cada 200 m² (duzentos) de área
  4. um tanque para lavagem de roupas para cada 400 m² (quatrocentos) de áre
  5. uma caixa d’água com capacidade para garantir oferta de 100 (cem) litros de água por campista.

II - planta com demarcação dos limites e confrontações da área do camping que devem estar definidos e claros

III - documento comprobatório da posse ou propriedade da área do camping.

 

Lei Municipal nº 2.087, de 23 de janeiro de 2009

Artigos 221, 222, 223 e 224

Camping

Áreas especialmente preparadas para a montagem de barracas e o estacionamento de reboques habitáveis (trailers), ou equipamento similar, dispondo ainda de instalações, equipamentos e serviços específicos para facilitar a permanência dos usuários ao ar livre (meios de hospedagem extra-hoteleiros).

Subseção IV - Dos Campings


Art. 221. Os “campings” deverão obedecer às seguintes características básicas:

  1. A área acampável deverá ser de, no máximo, 50% da área total do terreno

  2. Possuir sistema próprio de coleta e tratamento de esgotos

  3. possuir adequado sistema de distribuição de água

  4. Possuir adequado sistema de coleta, separação e destinação dos resíduos sólidos

  5. Não poderão ocupar as faixas de areia das praias ou faixa marginal de proteção dos rios

  6. Quando no continente, deverão prever áreas de estacionamento compatíveis com sua dimensão, na proporção de 1 (uma) vaga de estacionamento para cada 40 m² de área acampável.

§1º Os interessados em explorar e administrar acampamentos turísticos deverão requerer a licença, mediante apresentação de:

Documentação exigida no art. 26

Projeto técnico indicando, além das exigências contidas no art. 27, as seguintes informações:

  1. Memorial descritivo da área indicando as condições de acesso e a capacidade máxima em número de usuários, número de barracas, trailers e motor-homes

  2. Planta de situação com as cotas dos afastamentos, das edificações, das áreas previstas para estacionamento e acampamento com a demarcação dos seus limites e confrontações

  3. Infraestrutura para cada módulo de acampamento

  4. Sistema viário interno

  5. Tratamento paisagístico

  6. Medidas de recuperação das condições ambientais e recomposição florestal, quando necessário.


Art. 222. Os campings deverão oferecer ao usuário a seguinte infraestrutura:

§1º quanto ao atendimento ao usuário:

I - portaria e recepção para atendimento

II - área específica de uso temporário a ser utilizada pelo campista

III - áreas com instalações e equipamentos para uso comunitário

IV - pontos de energia elétrica, quando houver, para cada módulo de acampamento

V - pontos de entrada/saída de água para cada 3 módulos de acampamento

VI - estacionamento de automóveis com área interna de manobra para carros, trailers, e motor-homes, compatível com a capacidade de atendimento, exceto em ilhas.

§2º quanto à saúde e higiene

I - tratamento de resíduos

II - módulos de despejo sanitários portáteis para trailer e motor-homes

III - módulo para triagem do lixo.


Art. 223. As áreas destinadas às instalações, deverão dispor de equipamentos suficientes para atender aos usuários do camping, nas seguintes proporções:

I - das instalações sanitárias e equipamentos de apoio:

a. vasos sanitários: 1 masculino e 1 feminino para cada 25 pessoas

b. lavatórios: 1 masculino e 1 feminino para cada 30 pessoa

c. chuveiros: 1 masculino e 1 feminino para cada 25 pessoa

II - banheiros sociais, masculino e feminino, adaptados para pessoas portadoras de necessidades especiais, respeitando as normas e leis em vigor;

III - água quente nos banheiros em 100% dos chuveiro

IV - tanques de lavar roupas: 1 para cada 70 pessoas

V - pias específicas para lavar pratos: 1 para cada 40 pessoas

VI - caixa d’água com capacidade para garantir oferta de 100 litros de água por campista.

Parágrafo único. As instalações hidrossanitárias localizadas em campings, deverão seguir o disposto na SubSeção II da Seção XXV do Capítulo V.


Art. 224. Quanto aos limites e dimensões de utilização da área de camping, deverão ser observados os seguintes critérios:

I - a demarcação dos limites e confrontações da área do camping deverão ser apresentados em planta e demarcados fisicamente no local com elementos construtivos fixos;

II - a área acampável será dimensionada em função do módulo mínimo de 4,00 m² por usuário.

 

 

Campings / Acampamentos 


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Condomínios Sustentáveis

Condomínio Sustentável ou Condomínio Ecológico
Pesquisa: Roberto M.F. Mourão, 2007


Estima-se que a construção civil seja responsável pelo consumo entre 15 e 50% dos recursos naturais extraídos no planeta, 66% de toda a madeira, 40% da energia consumida, 16% da água potável e é o terceiro maior responsável pela emissão de gases que causam o efeito estufa, incluindo toda a cadeia produtiva que une fabricantes de materiais e usuários finais, como construtoras e empreiteiras.

hospedagem sustainability diagramAtravés da implantação de diferenciais sustentáveis que vão desde o processo construtivo até os procedimentos adotados durante a vida útil do imóvel, moradores de condomínios sustentáveis podem ser contemplados com uma taxa de condomínio de 20% a 30% menor que o valor cobrado em edifícios convencionais, melhor qualidade de vida e contribuição da preservação ao meio ambiente. Estes são diferenciais que possibilitam argumentos de venda com maior chance de sucesso na comercialização.

No Brasil, por ser um prática recente, ainda não se tem uma avaliação dos resultados de comercialização de prédios sustentáveis. Nos Estados Unidos, uma construção que possua certificação atestando sustentabilidade - “Green Building” - chega a valorizar em até 20%.

A concepção de um condomínio sustentável deve incorporar maior planejamento e integração de materiais, tecnologias e sistemas para promover melhor aproveitamento de recursos naturais, tendo como premissa a adoção de medidas desde o projeto até a execução que também contemplem responsabilidade social.

A partir de um diagnóstico ambiental devem ser propostas tecnologias que possibilitem a implantação segura da área do empreendimento, sobretudo na ausência ou em caso de reduzida infra-estrutura urbana pública (área urbana não urbanizada). O programa de projeto deve levar em conta o essencial para a devida utilização humana, ao invés do mínimo custo e máximo adensamento usuais em habitação.

Devem ser empregadas análises e simulações de insolação e ventilação natural, acessibilidade, especificação de tecnologias e materiais de baixo impacto ambiental.

Na implantação de um empreendimento convencional percebe-se uma visão linear de processos onde normalmente os recursos materiais não são questionados, desde sua origem até seu descarte. Durante a operação também não há questionamentos e consciência da fonte dos recursos naturais e energéticos, gerando-se resíduos em grande volume sob a forma de esgotos e materiais diversos para aterros sanitários ou lixões.

Os projetos de condomínios sustentáveis deve considerar uma abordagem sistêmica, contemplando todos os aspectos envolvidos ao longo de seu ciclo de vida, desde a concepção do projeto, implantação e operação, mostrando-se viável perante a visão moderna de sustentabilidade.

No Brasil, ainda não há normas para avaliação e certificação de produtos sustentáveis ou ambientalmente corretos, com exceção da madeira certificada. Mas, aos poucos, algumas práticas na linha da sustentabilidade começam a surgir como diferenciais em empreendimentos imobiliários.

Em caso de empreendimentos multifamiliares, como prédios e condomínios de casas, além do aproveitamento da luminosidade e ventilação naturais, abundantes no país, principalmente no Nordeste, é possível contar com esses recursos - sol e vento - para a produção de energia visando economia para o condomínio e mitigação ou menor impacto ambiental.

Estudo realizado pelo WBCSD World Business Council for Sustainable Development (Conselho Mundial de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável), por meio das respostas de 1,4 mil pessoas de todo o globo, estimou que o custo para tornar uma construção “verde” é cerca de 5%. Ao mesmo tempo, que as emissões de gases do efeito estufa vindo de edificações respondem por 40% do total mundial. (2006).

O estudo revela ainda que menos de uma em cada sete indústrias questionadas participaram diretamente em projetos de construções verdes. O envolvimento varia de 45% na Alemanha a 5% na Índia. Cerca de 20% dos arquitetos e engenheiros tem se envolvido nesses projetos, comparado com apenas 9% dos proprietários.


Características Construtivas Sustentáveis

  • gestão sustentável da implantação da obra
  • consumir mínima quantidade de energia e água na implantação e ao longo de sua vida útil
  • uso de matérias-primas eco-eficientes
  • gerar mínimo de resíduos e contaminação
  • utilizar mínimo de terreno e integrar-se ao ambiente natural
  • não provocar ou reduzir impactos no entorno - paisagem, ventilação e temperatura
  • adaptar-se às necessidades atuais e futuras dos usuários
  • criar um ambiente interior saudável.


Práticas Sustentáveis

Alguns usos podem proporcionar economia e minimizar impactos, quando aplicáveis:

  • Painéis solares para aquecimento de água - banho, cozinha, piscinas, etc.
  • Geradores eólicos - armazenando energia dos ventos em baterias podendo suprir parte da demanda do condomínio, por exemplo nas áreas de serviços
  • how solar worksPlacas fotovoltaicas de produção de energia - iluminação externa, bombas d’água, etc
  • Aquecimento de chuveiros a gás - garante que o consumo de energia elétrica será reduzido nos apartamento, maior conforto e economia aliados à responsabilidade ambiental
  • Captação de água de chuva - ajuda na economia de água que pode ser utilizada para irrigação, lavagem de pisos e descarga
  • Reuso de água - a incorporação em empreendimentos do reuso da água proveniente dos lavatórios e dos chuveiros passa por uma estação de tratamento de esgoto e é novamente armazenada, para uso exclusivo nos vasos sanitários.
    bacias sanitárias de duplo fluxo (3 ou 6 litros) - possibilitam economia/redução de até 60% do consumo no anual per capita anual ± 10 mil litros
  • Telhados, lajes e jardins suspensos - impermeabilizados e adequadamente drenados possibilitando captação de água de chuva e melhoria do conforto térmico-acústico, etc.
  • Utilizar o ozônio para a tratamento de água da piscina - ao invés do cloro - existem diversos estudos que indicam que o cloro tem potencial cancerígeno, além dos efeitos já conhecidos como desgaste dos cabelos ou poluição química
  • condominio sustentavel orientacao solarOrientação de edificações - promove aumento da ventilação e luminosidade naturais
  • Melhor aproveitamento da iluminação natural - levando-se em conta a necessidade do seu controle
  • Medidores de água e gás individuais - proporcionando economia na medida que os usuários serão responsáveis pelo pagamento exato do consumo próprio
  • Coleta seletiva - ajuda na reflexão dos princípios base da sustentabilidade pelos condôminos: os 5 “Rs”: Repensar, Recusar, Reduzir, Reusar e Reciclar, além de poder gerar renda extra para o condomínio ou gerando oportunidade de trabalho para comunidades locais em associações de reciclagem
  • Tratamento de efluentes, esgotos e águas cinza - para o adequado lançamento no ambiente natural, evitando a contaminação do lençol freático e corpos d’água (rios, lagoas, mar, etc.), podendo auxiliar na redução do uso para irrigação e lavagem de pisos
  • Uso de alvenaria estrutural - um processo construtivo que não usa madeira a não ser nos acabamentos, produz o mínimo de entulho e resíduos - entre 0 e 1% - economiza matéria-prima, entre outras vantagens
  • Estrutura não armada - as paredes sustentam o peso da construção sem necessidade de pilares e vigas e sem a utilização de ferros. Os reforços metálicos são colocados apenas em cintas, vergas, na amarração entre paredes e nas juntas com a finalidade de evitar fissuras
  • condominio sustentavel logo FSCMadeira certificada / reflorestada - só é utilizada em acabamentos e, mesmo assim, é exigido que seja reflorestada
  • Pomar e herbário - além de possibilitar a criação de postos de trabalhos para a comunidade local, permite aos moradores, principalmente as crianças, tenham contato com frutas e verduras diretamente da natureza, vendo-as crescer e aprendendo a cuidá-las, além do prazer de poder colhê-las diretamente “no pé”
  • Iluminação de baixo consumo energético nas áreas comuns de uso contínuo e iluminação com acionadores por sensor de presença nas áreas de uso esporádico ou intermitente - válido também, com maior tolerância, para as unidades privadas
  • Adoção preferencial de acabamentos claros em áreas de grande incidência de luz solar
  • Equipamentos com menor consumo e melhor eficiência possível na utilização do gás natural para todos os fins
  • Sensores de presença - seu uso representa uma substancial redução na conta de luz de cada apartamento e na taxa do condomínio
  • Churrasqueira “ecológica” - possui o sistema de aquecimento a gás em rochas vulcânicas, não produz fuligem e não consome carvão vegetal
  • Melhor condição de conforto térmico evitando a incidência da radiação solar direta através da adoção de soluções arquitetônicas tipo brises-soleil, venezianas, telas termo-screen externas, prateleiras de luz, vidros especiais que dispensam o uso de brises, etc.
  • Pinturas reflexivas - para diminuir a absorção de calor para o edifício
  • condominio sustentaval torneira automaticaTorneiras com acionamento eletrônico ou temporizador por pressão em todas as aplicações passíveis
  • Evitar ao máximo a impermeabilização do solo
  • Evitar danos à fauna, flora, ecossistema local e ao meio ambiente
  • Evitar grandes movimentos de terra, preservando sempre que possível a conformação original do terreno
  • Utilizar gruas e guindastes - no processo construtivo, são utilizadas gruas ou guindastes para levantar lajes e outros itens mais pesados que antes necessitassem de andaimes
  • Criar e promover curso de gestor ambiental do condomínio, envolvendo todo corpo de funcionários com treinamento adequado visando a educação e a criatividade
  • Construção com tijolos de solo-cimento - quando possível e adequado.

 

 

Fontes

  • CBCS - Conselho Brasileiro de Construção Sustentável
  • HowStuffWorks