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ESPAÇO AMYR KLINK

Paraty, janeiro 2020

 

amyr klink antartica

Amyr Klink é um navegador e escritor brasileiro.

Espaço Amyr Klink é um espaço dedicado à educação, a ciência e a cultura, com atividades e iniciativas relacionadas à preservação dos oceanos, da vida marinha, do meio ambiente litorâneo, da pesca artesanal, das tradições náuticas como a construção de embarcações artesanais, da valorização do patrimônio histórico e do universo artístico e cultural brasileiro.

 

Espaço Amyr Klink

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Amyr Klink
Espaço

 

Blackjack online é uma variação do popular jogo de azar também conhecido como Mesh ou Twenty-One. É um jogo de cartas comparativo entre normalmente vários jogadores e um dealer, onde cada jogador compete contra o dealer, mas os jogadores não jogam uns contra os outros. O blackjack gratuito do casino é sem dúvida o jogo de azar mais popular! É jogado com um ou mais baralhos de 52 cartas e é o jogo bancário de casino mais jogado do mundo. O objectivo do jogo do blackjack é vencer o dealer de uma das formas descritas abaixo, aprender as regras básicas do blackjack. As regras do blackjack são bastante simples. Aos jogadores são dadas duas cartas cada, viradas para cima ou viradas para baixo, dependendo do casino e da mesa em que está sentado. Nos Estados Unidos, o comerciante também recebe duas cartas, normalmente uma para cima (virada para cima) e outra para baixo (escondida). Na maioria dos outros países, o concessionário recebe um cartão virado para cima.

 

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 Haiti placa escola

 

Centro de Formação em Hotelaria e Ecoturismo


O Centro de Formação em Hotelaria e Ecoturismo (Centre R. Louis Roy pour Formacion en Hotellerie et Ecotourisme), situado na Costa de  Arcadins (La Cotê des Arcadins) no Haiti, construído em terreno doado pelos proprietários do Hotel Ounga Bay, tem por objetivo capacitar e treinar haitianos na área de turismo e hospitalidade.

O projeto promovido pela ong Viva Rio, idealizado, desenvolvido e coordenando pelo Instituto EcoBrasil, teve como estratégia principal estimular o conhecimento, as boas práticas ambiental e socialmente sustentáveis, assim como promover melhoria da qualidade de vida das comunidades tradicionais, com a criação de pequenos negócios e postos de trabalho.  

 

 Centro Viva Rio de Hotelaria e Ecoturismo no Haiti

 

 

 

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Programa Melhores Práticas para o Ecoturismo

Programa MPE Funbio-EcoBrasil (2001-2003)


O Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), dentro dos marcos de sua missão institucional de conservar e dar uso sustentável à biodiversidade, visando ações futuras, contratou em 1999 estudo com o objetivo de analisar e obter subsídios sobre ecoturismo e turismo sustentável à luz do vigente cenário das políticas nacionais, agentes financeiros, recursos disponíveis e perspectivas do setor; buscando saber quais ações e áreas prioritárias necessitavam de complementação e, especificamente, qual seria seu papel no cenário de um turismo responsável no Brasil.

Como resultado deste estudo, foi implementado o mais completo e eficaz projeto de capacitação e treinamento até essa data realizado no Brasil: o Programa de Melhores Práticas para o Ecoturismo (Programa MPE).


Programa MPE

 
  1. Planejamento / Cronograma de Implementação
  2. Polos Ecoturísticos de Implementação / Cronogramas
  3. Pesquisa de Demanda por Capacitação
  4. Seleção de Candidatos a Monitores
  5. Manual MPE Planejando o Manual
  6. Manual MPE de Boas Práticas
  7. Programa MPE Agenda / Grade Currícular
  8. Programa MPE Matérias e Instrutores
  9. Programa MPE Instrutores
  10. Capacitação e Treinamento - Resultados

 


Programa de Ecoturismo em Áreas Indígenas

 
Manual indigena capa portalPrograma de Ecoturismo em Áreas Indígenas constituiu-se num projeto-piloto do GTC Amazônia (Grupo Técnico de Coordenação para a Amazônia Legal), grupo formado com o objetivo coordenar a elaboração e execução da Política e o Programa Regional de Ecoturismo, conforme Portaria Interministerial nº 21, de 30 de novembro de 1995.
 
Foi proposto pela Secretaria dos Assuntos da Amazônia (SCA), do Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal (MMA) e do Ministério da Indústria, Comércio e Turismo, por meio do Instituto Brasileiro do Turismo (Embratur).
 
O projeto contou com o apoio e parceria interministerial do Ministério da Justiça, por meio da Fundação Nacional do Índio (Funai).
 
Também participaram da parceria Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), por meio Programa de Ações Estratégicas para a Amazônia Brasileira (Prodeam), com a Organização dos Estados Americanos (OEA).